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*Escurinho realiza show de 60 Anos em Maceió*

Completando 60 anos de vida, o cantor, compositor e percussionista Escurinho, pernambucano e radicado na Paraíba, convida você a um experiência musical incrível.   

O som dele mistura regionalismo, poesias urbanas com mensagem social, sons indígenas e africanos. Pra completar, ainda tem muito rock.

Serão duas horas, que vão passear por toda sua bagagem musical que conta com 4 cds, 1 DVD e turnês nacionais e internacionais.

E para a festa ficar ainda melhor, ele recebe como convidados @wadomusica @gabrieldinizf e a abertura vai ficar a cargo do @coletivo_maracatodos e do Poesia musicada no pandeiro.

Será uma celebração de vida, música e arte! 

Os ingressos estão custando 30,00 a inteira e 15,00 a meia, e podem ser adquirido clicando  AQUI

Vai ficar de fora?!


Produção local: @kekarabelo_al

 Trajetória

Pernambucano da cidade de Serra Talhada, Jonas Epifânio dos Santos Neto, conhecido como Escurinho, tinha 11 anos de idade quando se mudou com a família para o município paraibano de Catolé do Rocha, onde passou a maior parte da infância e adolescência, teve os primeiros contatos com a música e conheceu Chico César, com quem, junto a outros amigos, criaram o Grupo Ferradura, se apresentando pelo interior do estado.

No início da década de 1980, se mudou para João Pessoa e, através da amizade com Pedro Osmar, faz shows com o grupo Jaguaribe Carne. O artista lembrou que, ao longo dos seus 35 anos de carreira como músico profissional, durante a qual lançou quatro CDs e um DVD, possui “um trabalho de MPB, mas com pegada nordestina, que inclui alguns ritmos, como a ciranda e o coco, e temas como o amor, humor, poesia e contestação política”, conforme declarou ele, também conhecido por agregar o regionalismo com pesquisas de sons indígenas e africanos, numa combinação com o rock.

Na capital paraibana, além da música, atuou no teatro, tendo sido, como integrante do grupo Piollin, o responsável pela trilha sonora do espetáculo Vau da Sarapalha (no qual atuou), inspirado na obra de Guimarães Rosa e dirigido por Luiz Carlos Vasconcelos. “Foi uma experiência ótima, maravilhosa”, comentou o músico.