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Domingo de primavera enquanto muitos estavam em casa com a família...



Uma outra família se reunia para o Hip-Hop Consciência em Ação realizado no Quintal Cultural no dia 09-10-2011,



A galera chegou cedo para a limpeza, organização do espaço e dos equipamentos de som e imagem,

Além das atrações de Rap´s como Fantasma (ex Narração 9-18), A Queda, Davi Fireman, 7 Cálice, Invasor, e Contenção M´CS.


Tivemos roda de Break, cada um com seu modo de cantar rolou rimas, Edy ( Italiano) estigou Rogério Dias que depois de ter contado seu mais novo cordel ( o Caganhã ) brincou com as palavras e misturando tudo fez um embromexom que tirou muitas risadas da platéia.


Ouvimos, reflexão sobre a aproximação entre o movimento punk e o movimento Hip-Hop a partir do documentário ( Unindo quebradas) que relatou as experiências dessa união em outras partes do Brasil.




Depois de muitos som chegou a hora do debate, infelizmente maioria da galera tinha ido embora por conta do horário do ônibus mais os que ficaram fez com que o debate fosse quente tendo como tema ( Rap e Machismo)

O debate na minha opinião ( Alyne Sakura) saímos na desvantagem, um debate sobre machismo onde tinha em media 13 homens e só 4 mulheres, então fica aqui a minha proposta de fazer um debate só as mulheres e depois chamar os homens par um conversa justa. ( risos)

Em fim mais um evento pelo bem do planeta, porque as pessoas presentes falavam em consciência ecológica, leitura, alimentação vegetariana (com direito a pastel de banana e revista alternativas) e em respeito a vida, foi por isso que o evento teve no seu auge um debate, provocação: O que vocês acham das casas de show colorarem mulher de graça para atrair homens? Essa vai para o leitor.

O tipo de evento no qual a sociedade precisa, certamente alguns leitores pensaram que eu iria dizer evento que a juventude precisa, mas não seria justo, seria não reconhecer que a existe uma juventude pensando o país e lutando para construir um mundo melhor.

Como diz o Carlos Cacheta a cidade não passa de um zoológico.



é por isso que Estamira preferiu morar num lixão ao invés da cidade, porque para Estamira o lixo da cidade é o próprio povo, para mudar o mundo é preciso mudar pessoas.



A tod@s que participaram seja rimando,dançando ou só prestando atenção nosso muito obrigado! Em especial a Galera da A queda que participou da organização desde a montagem do Flay, convidand os grupos até a ornamentação do espaço, a galera da resistência Popular que nos emprestou retro projetor para a exibição do documentário.

Confira as fotos no nosso albun do picasa.
A matéria original foi postada no Blog do Quintal Cultural
Texto - Alyne Sakura e Rogério Dias

Imagens- Alyne Sakura

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